RN tem o terceiro melhor quadro de leitos de UTI para Covid-19 do País

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Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostram que o Rio Grande do Norte tem um total de 1,2 leitos de UTI para cada 10 mil habitantes, ficando atrás do Espírito Santo (1,5) e de Pernambuco (1,3)

O Rio Grande do Norte é o terceiro estado do Brasil em número proporcionais de leitos de UTI Covid-19 para adultos. Com um total de 1,2 leitos para cada 10 mil habitantes, o sistema de sáude potiguar fica atrás apenas dos estado do Espírito Santo (1,5) e de Pernambuco (1,3).
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde Pública, o Rio Grande do Norte dispõe de 284 leitos adultos exclusivos para Covid-19 abertos pelo Governo do Estado ou com sua participação por meio de contrapartida.

O estudo sobre o quadro de leitos de UTI foi divulgada no Boletim do Observatório Fiocruz Covid-19. A análise dos dados corresponde ao período das semanas epidemiológicas 27 (de 28 de junho a 4 de julho) e 28 (de 05 a 11 de julho).

Segundo o boletim, a disponibilidade de leitos de UTI Covid-19 para adultos por 10 mil habitantes é um indicador mais genérico da existência do recurso crítico para o tratamento de pacientes graves. Já a taxa de ocupação desses leitos sinaliza o risco de colapso na capacidade do sistema de saúde para atender os pacientes em estado grave.

O boletim epidemiológico da Covid-19, divulgado nesta terça-feira (21), pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), registra uma taxa de ocupação de 83,72% dos leitos críticos do Sistema Único de Saúde do RN.

De acordo com o boletim, há uma tendência de redução no número de casos da doença no Rio Grande do Norte, assim como nos estados de Rondônia, Roraima e Rio de Janeiro.
Com base no crescimento médio diário do número de casos e óbitos nas duas últimas semanas, o Rio Grande do Norte tem, respectivamente, taxa de incidência de -12,3% e uma taxa de mortalidade de -7,7%. Já para o conjunto do Brasil, foi observada uma estabilização da pandemia em níveis altos, tanto do número de casos quanto de óbitos. A Fiocruz lembra que eventos como o diagnóstico, adoecimento, internação e óbito apresentam defasagens de uma a quatro semanas.
O objetivo do boletim é trazer informações capazes de auxiliar na tomada de decisões relativas à adoção de medidas de distanciamento social de maior ou menor restrição no contexto pandêmico.
A Sesap, no entanto, alerta para a necessidade de manutenção de todos os cuidados e medidas de prevenção, como o isolamento social e físico, o ato de evitar aglomerações e a proteção por meio do uso de máscaras para evitar a contaminação da doença.

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