Mergulhadores procuram na rede de esgoto arma usada para matar Marielle

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Operação da polícia e MP, em condomínio da milícia, arma não foi encontrada

Agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro e integrantes do Ministério Público do Estado realizaram nesta 4ª feira (12.fev.2020) operação para buscar arma usada no crime que matou a vereadora Marielle Franco (Psol) e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018.

Mergulhadores vasculharam 27 cisternas e a rede de esgoto de 1 condomínio em Jacarepaguá, zona norte da capital fluminense, mas a arma não foi localizada.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos por agentes da DHC (Delegacia de Homicídios da Capital) e mergulhadores da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) em condomínio construído pela milícia de 2018 a 2019. Foram apreendidas munições, carregador de pistola e 1 carro de luxo, recolhidos para apuração e perícia.

Em julho de 2019, a Polícia Civil contou com o apoio da Marinha nas investigações para efetuar buscas no mar pela arma usada no assassinato. Foram detectados objetos com tamanhos de 50 centímetros a 2 metros nas praias próxima às Ilhas da Tijuca, na Barra da Tijuca.

Também foram feitas buscas nos arredores onde, segundo uma testemunha, o PM apreendido Ronnie Lessa, haveria descartado fuzis e outras armas. A investigação tenta achar uma submetralhadora MP5, arma utilizada no crime acontecido em 14 de março de 2018 no Rio de Janeiro.

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