Após proibição na Itália, França e Bélgica também rejeitam uso da hidroxicloroquina

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Governo francês, assim como o italiano, proibiu o uso do medicamento, enquanto os belgas estabeleceram um alerta sobre os efeitos adversos que ele causa, segundo o relatório recente da OMS

A hidroxicloroquina continua sendo descartada como tratamento para a covid-19 na maioria dos países do mundo. Nesta quarta-feira (27), foi a vez da França cujo governo proibiu o uso do medicamento em pacientes com a doença.

No dia anterior, o governo italiano tomou decisão similar, suspendendo o uso do remédio, que ficará relegado apenas a casos de estudos clínicos, e ainda assim mediante autorização prévia por parte da AIFA (Agência de Medicina da Itália).

Já a Agência de Medicina da Bélgica estabeleceu um alerta contra a continuação do uso da hidroxicloroquina em pacientes com covid-19, devido aos efeitos adversos causados pelo medicamento, segundo relatório recente publicado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) nesse sentido.

A cloroquina e a hidroxicloroquina (um dos seus derivados) são uma das prioridades da política de saúde e enfrentamento da pandemia adotadas pelo governo de Jair Bolsonaro no Brasil, que insiste na sua utilização para o tratamento do casos, como se fosse uma cura segura para a covid-19, apesar das evidências em contrário.

A partir dessa estratégia, o país se estabeleceu como o de maior número diário de mortes por coronavírus no mundo, e novo epicentro da pandemia, com uma média de mais de mil mortes por dia na última semana.

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